A música sertaneja surgiu em 1929, quando o pesquisador, compositor, escritor e humorista, Cornélio Pires, decidiu espalhar os costumes caipiras em forma de música e encenações teatrais para os outros cantos do Brasil, passando pelo interior paulista, norte e oeste paranaenses, sul e triângulo mineiros, sudeste goiano e mato-grossense, bancando do próprio bolso o dinheiro para gravar um disco, que logo após ser lançado, esgotou-se nas lojas pela grande procura.

A história da música sertaneja é dividida em três fases: de 1929 a 1944, música caipira ou música sertaneja raiz; de 1945 até os anos 60 como fase de transição e do final dos anos 60 até a atualidade, música sertaneja romântica.

Na primeira fase, as músicas eram compostas por uma introdução de instrumento, breve ou longa, e as músicas eram em estilo modas de viola que falavam do universo sertanejo.

Instrumentos, como a harpa e o acordeão, foram introduzidos na música sertaneja, em 1945, além de novos estilos e duetos com intervalos variados. Novos ritmos também foram introduzidos, como o rasqueado, interpretado pelo violeiro mineiro Tião Carreiro.

A partir de 1980, houve uma grande exploração comercial da música sertaneja no Brasil, começando com Chitãozinho & Xororó e Leandro & Leonardo e outras diversas duplas que surgiram e tiveram seu auge entre os anos de 1988 e 1990.

Fonte : https://blog.brlogic.com/pt/sertanejo-a-historia-do-genero-musical-mais-conhecido-do-brasil/

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